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São Charbel Makhlouf

24 de Dezembro




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São Charbel Makhlouf nasceu a 8 de maio de 1828, em BiqáKafra, aldeia
montanhosa do norte, ao pé dos cedros do Líbano. Seu nome de batismo:
José Zaroun Makhlouf. Com 23 anos ele toma o nome de Charbel em memória
do mártir do século segundo, foge de casa e refugia-se no mosteiro de
Nossa Senhora de Mayfoug, da Ordem libanesa maronita. Um ano depois,
transfere-se para o mosteiro de S. Maron de Annayam, da província de
Jbail, verdadeiro oásis de oração e fé, a 1300 metros de altitude.
Depois de seis anos de estudos teológicos, em Klifan, é ordenado
sacerdote. Exerce, então, com muita edificação, as funções do seu
ministério sagrado, juntamente com toda a sorte de trabalhos manuais.
Após dezesseis anos de vida ascética, Charbel obtém autorização, em
1875, para se retirar ao eremitério dos Santos Pedro e Paulo, de Annaya.
Durante 23 anos (1875-1898), S. Charbel entrega-se com todas as forças
da alma, à busca de Deus, na bem-aventurada e total solidão. Deus
recompensa o seu fiel servidor, dando-lhe o dom de operar milagres, já
em vida: afirma-se que os realizou não somente com cristãos, mas,
também, com muitos muçulmanos.



No dia 16 de dezembro de 1898, em Annaya, enquanto celebrava a
Santa Missa, sofreu um ataque de apoplexia; levou-o à morte, no dia 24,
Vigília da Festa de Natal. Tinha 70 anos de idade.



Com o seu próprio punho, Pio XII assinou o decreto que dava início
ao processo de beatificação do Padre Charbel, dizendo expressamente: "O
Padre Charbel já gozava, em vida, sem o querer, da honra de o chamarem
santo, pois a sua existência era verdadeiramente santificada por
sacrifícios, jejuns e abstinências. Foi vida digna de ser chamada cristã
e, portanto, santa. Agora, após a sua morte, ocorre este extraordinário
sinal deixado por Deus: seu corpo transpira sangue, sempre que se lhe
toca, e todos os que, doentes, tocarem com um pedaço de pano suas vestes
constantemente úmidas de sangue, alcançam alívio em suas doenças e não
poucos até se veem curados. Glória ao Pai que coroou os combates dos
santos. Glória ao Filho que deixou esse poder em suas relíquias. Glória
ao Espírito Santo que repousa, com suas luzes, sobre seus restos mortais
para fazer nascer consolações em todas as espécies de tristezas".




No segundo domingo de outubro de 1977, dia 9, o Santo Padre Paulo
VI canonizou solenemente, na Basílica de São Pedro, em Roma, o
bem-aventurado Charbel Makhlouf, monge eremita libanês. Foi a primeira
canonização, realizada pelo Papa, de um membro da Igreja do Rito
Oriental, desde que o Vaticano traçara, há quatro séculos, nova
orientação para as canonizações. Antes da canonização atual, os santos
maronitas eram proclamados pelo Patriarca da Igreja maronita.



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